O que o Brasil pode aprender com a Semana das Fintechs de Londres?

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A inovação esteve em pauta em boa parte dos painéis da IFGS 2018. Ficou claro no discurso dos palestrantes que as instituições financeiras tradicionais precisam abrir a mente e passar a olhar com mais entusiasmo para as ideias que surgem para o segmento.

As Fintechs vieram para ficar e o futuro será de quem souber se adaptar e utilizar tudo o que a tecnologia oferece. O ponto crítico de toda esta mudança está nas lideranças, que devem se manter atualizadas e propensas a inserir sua empresa em um cenário competitivo. Por exemplo, e fundamental que o CEO de uma organização esteja a par das notícias do mundo financeiro e conheça profundamente os novos modelos de negócio que surgirem. A inovação pode partir do líder da empresa, bem como pode parar nele por falta de empenho e crença no êxito.

Mesmo com o sucesso das fintechs e demais startups do segmento, os bancos ainda estão bastante reticentes em evoluir e agregar inovação nos serviços e produtos oferecidos aos clientes. Especialistas afirmam que o futuro será de parcerias entre fintechs e bancos, mas se estes não transformarem sua cultura e forma de enxergar a inovação, esse cenário nunca será possível. Na visão dos palestrantes, os bancos devem, sim, continuar cuidando de seu negócio, mas sempre de olho no que o futuro traz e agregando as novidades.

É sempre muito difícil que uma empresa tradicional consiga competir com uma concorrente que já nasce com o DNA tecnológico. Embora os bancos enxerguem as fintechs como uma ameaça ao seu negócio, existe espaço para os dois e a melhor estratégia para que cada um tenha seu espaço e seu sucesso é a cooperação entre si, de modo que haja uma parceria e as fintechs oferecem serviços através da estrutura dos grandes bancos.

 


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