Substituição Tributária e a Reforma: o que cai e o que fica em 2026
A Substituição Tributária está sendo gradualmente reduzida. Por isso, desde o início da Reforma Tributária, alguns produtos saem do regime. Em seguida, outros permanecem.
Além disso, o varejo precisa entender cada caso. Por exemplo, para não recolher tributo a mais nem a menos. Em seguida, este guia detalha o cenário.
Para o panorama atual em SP, leia ICMS-ST em SP: produtos excluídos.
Como funciona a Substituição Tributária hoje
Em primeiro lugar, na ST um contribuinte (substituto) recolhe antecipadamente. Por exemplo, em geral o fabricante. Em seguida, o varejista compra com ICMS-ST já pago.
Por outro lado, isso reduz fiscalização. Por isso, o substituto trava o fluxo de caixa. Em seguida, o varejista não tem direito a crédito posterior.
O que cai com a Reforma Tributária 2026
Estados começaram a excluir categorias. Por isso, três critérios principais:
- Produtos com baixa concentração de mercado.
- Produtos com forte mercado paralelo.
- Produtos cuja arrecadação não compensa fiscalização.
Em seguida, a lista varia por estado. Por isso, confira a Receita Federal e a SEFAZ do seu estado.
O que fica
Por outro lado, algumas categorias tendem a continuar em ST:
- Combustíveis e lubrificantes.
- Bebidas alcoólicas e cigarros.
- Veículos automotores e peças.
- Medicamentos.
- Produtos de origem agropecuária com poucos elos.
O que sua empresa precisa fazer
- Atualizar cadastro com a marcação de ST por estado.
- Revisar ICMS-ST recolhido nos últimos 12 meses. Por exemplo, leia como recuperar ICMS-ST pago a mais.
- Adequar o sistema de NF-e antes de julho.
- Treinar equipe contábil e fiscal.
Cuidados e armadilhas
Em primeiro lugar, recolher ST em produto excluído paga indevidamente. Por outro lado, parar de recolher em produto que ainda está em ST gera autuação.
Por isso, a diferença é a tabela vigente. Em seguida, ela muda a cada mês.
Sistema que ajuda
Por isso, o LedContábil mantém a tabela atualizada. Em seguida, para cruzamento eletrônico, leia cruzamento eletrônico de NF-e.
Por fim, a Substituição Tributária está mudando rápido. Em seguida, o contribuinte que mantém cadastro atualizado e revisa histórico protege a operação.
Recommended Posts

Como auditar a emissão de NF-e com CBS e IBS em 2026: checklist completo para evitar erro fiscal
8 de junho de 2026


